A situação
Uma transportadora fatura cerca de R$ 400 mil por mês e precisa renovar três caminhões nos próximos dois anos, por cerca de R$ 1,8 milhão no total. Comprar à vista consumiria quase todo o caixa, e a empresa depende desse dinheiro para pagar combustível, salários e manutenção: o capital de giro.
Os números
Consórcio
- Parcela inicial
- R$ 17.812/mês
- Custo total
- R$ 2 mi
- Quando tem o bem
- Entre o 1º e o 96º mês
Finame / BNDES
- Parcela inicial
- R$ 25.787/mês
- Custo total
- R$ 2,4 mi
- Quando tem o bem
- Em 1 a 2 meses, depois da aprovação
Poupar e comprar à vista
- Parcela inicial
- R$ 17.812/mês guardados
- Custo total
- R$ 1,5 mi
- Quando tem o bem
- Em cerca de 5 anos e 3 meses
O Finame, a linha do BNDES para máquinas e veículos, entrega os caminhões logo, mas com juros. O consórcio custa menos, porém a data de cada caminhão depende de sorteio ou lance.
O que o diagnóstico diria
A decisão
A empresa dividiu a renovação: entrou em três cotas de consórcio e usou parte do caixa para dar lances, um caminhão de cada vez. O caixa restante continua girando o negócio. Se um caminhão quebrar antes da contemplação, o plano B é financiar só aquele.
Quando outra opção seria melhor
- Se os caminhões fossem necessários já para cumprir um contrato novo, o Finame ou o leasing fariam mais sentido.
- Se a empresa trocasse de frota com muita frequência, o leasing evitaria ficar com veículos velhos.
- Se o caixa estivesse sobrando, comprar à vista com desconto poderia sair mais barato.